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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Conheça as pegadinhas que o carro autônomo do Google já enfrentou

Para desenvolver um veículo que saiba se virar no trânsito de qualquer cidade, os engenheiros do Google precisam fazê-lo passar pelas mais diversas situações. Algumas delas parecem inusitadas demais até para motoristas humanos.
Certa vez, a equipe do Google colocou um banheiro químico no meio de uma rua pela qual o carro autônomo passava. O veículo interpretou aquilo como um objeto estacionado e decidiu que deveria desviar e seguir viagem. O carro só não contava que um homem sairia repentinamente de dentro do banheiro, para testar sua reação.
Em outra situação, o veículo teve de lidar com um homem que literalmente caiu em sua frente, após pular para fora da carga de um caminhão estacionado. Em ambos os casos, o sistema do Google conseguiu evitar que o carro atropelasse as pessoas.
A empresa tem mais de 20 veículos autônomos circulando pelas ruas de diversas cidades americanas. Cada nova experiência, assim como a solução encontrada, é registrada em um banco de dados compartilhado por todos os protótipos. Assim, os carros aprendem dia após dia a como se comportar em vias públicas.
Nesta terça-feira, 29, o Google anunciou que seus veículos já percorreram, ao todo, 1,9 milhão de quilômetros. Isto significa que cada protótipo já acumulou, aproximadamente, 90 anos de experiência de direção. Os testes ao ar livre começaram em 2013.

domingo, 20 de setembro de 2015

5 aplicativos para aprender idiomas pelo celular

Foto: Getty
Image copyrightGetty
Image captionSmartphones se tornama instrumentos a mais para aprender idiomas usando momentos ociosos
Qualquer pessoa que tenha tentado aprender um segundo idioma sabe que não é uma tarefa fácil. Às vezes, só é preciso saber algumas frases simples para nos comunicarmos em uma viagem.
Mas quando a intenção é aprender o máximo possível, pode-se utilizar qualquer momento morto, como a espera pelo ônibus, para aprender uma palavra nova.
Seu smartphone pode ajudar na tarefa de aprender uma língua nova. Conheça alguns aplicativos úteis:

1. Duolingo

Este aplicativo gratuito funciona tanto para o iOS, sistema operacional dos iPhones, quanto para o Android e também pode ser usado no computador. Ele traduz e ajuda a pronunciar palavras em 10 idiomas, incluindo inglês, francês, alemão, português e sueco.
É possível escolher o seu nível de conhecimento do idioma e estabelecer metas diárias para superar. Cada lição inclui exercícios diferentes para falar, escutar e traduzir.
O método se baseia em estimular o usuário a construir uma espécie de árvore de conhecimento, em que uma etapa vencida leve à seguinte.
O criador do aplicativo, Luis von Ahn, nasceu na Guatemala e diz que a ideia de Duolingo é que todo o mundo tenha um acesso igualitário ao aprendizado de idiomas.
Von Ahn reconhece, no entanto, que muitas pessoas não têm acesso a celulares e que o aplicativo não substitui as aulas com um professor.

2.LinguaLeo

O aplicativo criado por uma empresa russa de ensino online é gratuito e traz uma série de jogos e desafios para aprender inglês.
A versão para brasileiros usa músicas, piadas e até cenas de filmes famosos nas lições, além de um dicionário com a pronúncia correta das palavras.
Foto: ThinkstockImage copyrightThinkstock
Image captionAplicativos ajudam a saber o básico antes de viagens, mas também trazem exercícios para níveis mais avançados
Também é possível escolher o nível de dificuldade dos exercícios. Uma assinatura paga dá acesso a mais conteúdo.
Está disponível para iOS e Android, mas também pode ser usado no computador.

3. Busuu

Busuu é uma rede social gratuita – com a possibilidade de compras dentro do aplicativo – para aprender idiomas em sequência. Seu nome faz referência a um idioma falando em Camarões.
A plataforma tem milhões de usuários em todo o mundo e é muito utilizada no Brasil, na China, na Turquia e na Alemanha.
Busuu oferece cursos audiovisuais gratuitos e pagos, além de permitir a interação direta com falantes nativos dos idiomas em todo o mundo. O aplicativo tem lições de nove idiomas, incluindo inglês, espanhol, alemão, italiano e russo.
Também há nele uma divisão por temas cotidianos.
Uma vez que você tenha aprendido as três mil palavras e frases chave de um idioma, pode interagir cerca de 50 de milhões de usuários.

4. Babbel

Este aplicativo é pago: a assinatura de três meses custa US$ 20. Ele está disponível para iOS, Androis e até para o relógio inteligente da Apple.
O aplicativo tem muitos testes e exercícios de vocabulário, gramática e elementos do idioma para todos os níveis.
Babbel inclui cursos de inglês, de espanhol, de sueco, de norueguês, de alemão... até 14 línguas.
As versões gratuitas de cada idioma permitem fazer lições específicas para aprender vocabulário de temas como trabalho, hobbies, etc.
Foto: ThinkstockImage copyrightThinkstock
Image captionAlguns aplicativos criam comunidades globais para que estudantes aprendam com falantes nativos dos idiomas

5. HiNative

HiNative é uma plataforma gratuita para conversar com falantes nativos do idioma que se pretende aprender, em todo o mundo.
São 11 lições com jogos, que funcionam de maneira semelhante a livros infantis, nos quais o usuário tem que resolver quebra-cabeças segundo seu nível de conhecimento da língua.
Também é possível fazer perguntas aos falantes de cada língua através de questionários pré-prontos do tipo: Como se diz isto? Isto soa natural? Qual é a diferença entre estas palavras ou frases?

sábado, 19 de setembro de 2015

Apple Watch custará até R$ 135 mil no Brasil, mas sem data para chegar

Preços foram colocados no site da empresa no Brasil
Versão Sport, mais barata, sai a partir R$ 2.900. 

Do G1, em São Paulo
O CEO da Apple Tim Cook fala durante apresentação de produtos da empresa em São Francisco, na Califórnia (Foto: Robert Galbraith/Reuters)O CEO da Apple Tim Cook fala durante apresentação de produtos da empresa em São Francisco, na Califórnia (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
O Apple Watch, relógio inteligente da empresa de Cupertino (EUA), custará a partir de R$ 2.900 no Brasil, e terá versões em que o preço chega a R$ 135 mil, conforme informações disponibilizadas no site da empresa no Brasil. O dispositivo foi lançado pela Apple em um evento realizado em setembro de 2014, na Califórnia (EUA).
Em sua versão mais básica, o Apple Watch Sport com tela de 38 mm e feito de alumínio, custa a partir de R$ 2.900, saltando para R$ 3.300 no modelo de 42 mm. Há opções com pulseiras nas cores branca, laranja e azul. Nos EUA, o dispositivo mais básico pode ser comprado por a partir de US$ 350.
Além de outro Apple Watch Sport na cor cinza espacial, mais escura, e que acompanha uma pulseira preta, há novas versões do modelo esportivo do relógio nas cores rosada e dourada, ambas apresentadas no evento mais recente da empresa, no dia 9/9. Nenhum dos modelos tem data para chegar ao Brasil.
Infográfico Apple Watch (Foto: Arte G1)
No modelo intermediário, chamado apenas Apple Watch e feito de aço inoxidável, o relógio mais simples começa em R$ 4.600, com pulseira branca e tela de 38 mm, podendo chegar a R$ 9.099 na versão na cor cinza espacial e com a opção de pulseira com elos.
O smartwatch da empresa possui pulseiras intercambiáveis, que podem ser compradas separadamente pelos consumidores. No site da companhia, a pulseira mais barata, feita de borracha de fluorelastômero e voltada para práticas esportivas, sai por R$ 330. Já a mais cara, com fecho borboleta e feita de aço inoxidável, poderá ser comprada pela bagatela de R$ 4.430 reais - preço que não inclui o relógio.
Nos EUA, os preços apenas pulseiras variam entre US$ 49, para a mais simples, até US$ 549, feita de aço inoxidável.
Para quem busca uma joia, o Apple Watch também está disponível em modelos de ouro maciço 18 quilates, além de opção em ouro rosa. O Apple Watch Edition mais básico, em 38 mm com pulseira esportiva branca e caixa em ouro rosa começa custando R$ 95 mil aqui no Brasil.
Já o “campeão da ostentação”, segundo informações do site da empresa, é o Apple Watch Edition em ouro rosa e com a pulseira com “fecho moderno”, que também tem detalhes em ouro rosa. O dispositivo vestível não sai por menos de R$ 135 mil.
Mesmo exibindo o catálogo em seu site brasileiro, ainda não é possível comprar o dispositivo por aqui, que ainda não teve data de lançamento anunciada. O G1 tentou entrar em contato com a Apple no Brasil, mas não obteve resposta.
Modelo mais caro do Apple Watch custará R$ 135 no Brasil (Foto: Reprodução/Apple)

Samsung pode lançar aparelho com tela dobrável em 2016

Aparelho poderá ser lançado apenas na Coreia do Sul]

Na batalha pelo mercado dos smartphones, a Samsung, ameaçada pela empresa chinesa de aparelhos de baixo custo Xiaomi e pela gigante norte-americana Apple, pode lançar um celular com tela dobrável no início do ano que vem.
Segundo o blog SamMobile, que cobre notícias relacionas à companhia sul-coreana, a Samsung está testando o aparelho com duas configurações de hardware: um processador Snapdragon 620 e outro com Snapdragon 820 chipset.
O blog revelou ainda que o smartphone com tela dobrável não será o próximo da linha Galaxy, o Galaxy S7, mas sim um novo produto, que poderá ser lançado apenas na Coreia do Sul.
O dispositivo terá 3 Gbytes de memória, suporte para cartão micro SD e uma bateria não removível. O lançamento do produto estaria previsto para janeiro de 2016.
Não é a primeira vez que uma tela dobrável aparece nos planos da Samsung. Em 2008, a companhia divulgou um protótipo de um dispositivo com uma tela que se dobraria na metade e, em 2013, durante a feira de tecnologia CES, exibiu um vídeo do aparelho.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

iOS 9 está em 12% dos dispositivos da Apple, mas adoção é menor que iOS 8

Apenas um dia após seu lançamento, o iOS 9 já está presente em 12,6% dos dispositivos Apple compatíveis, entre eles o iPhone 6 e iPhone 6 Plus. A porcentagem de adoção, entretanto, ainda é menor que a do sistema anterior, que alcançou 16% no mesmo período de tempo. A taxa menor pode ser explicada por dificuldades de instalação relatas no dia do lançamento. 
Apple Pencil: saiba tudo sobre a canetinha stylus do iPad Pro
Durante a última quarta-feira (16), usuários que tentaram atualizar o sistema da Apple receberam a mensagem "Não pôde verificar atualização", indicando falha na conexão com a Internet. 
Lista de aparelhos compatíves com iOS 9 (Foto: Fabricio Vitorino/TechTudo)Lista de aparelhos compatíves com iOS 9 (Foto: Fabricio Vitorino/TechTudo)

Apesar dos problemas, o iOS 9 está se aproximando do Android 5.1 Lollipop, que está disponível em 21% dos dispositivos compatíveis. Vale lembrar entretanto, que o Android Marshmallow, versão atualizada do sistema do Google já está a caminho. 

Qual smartphone da Apple vale a pena comprar?
 Descubra no Fórum do TechTudo.A proporção de aparelhos com o iOS 9 deve ter um salto ainda maior quando os novos iPhones 6s e 6s Plus chegarem às lojas. Os aparelhos, lançados no início de setembro, já virão com o sistema instalado. As vendas começam em 25 de setembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão para o Brasil.
Novidades do sistema
O iOS 9 traz uma série de melhorias em relação ao sistema anterior. Além de usar uma fonte para as letras diferente, o sistema conta com melhorias na Siri, busca em aplicativos pelo Spotlight e correções que melhoram sua estabilidade. O sistema está disponível para iPhones a partir do modelo 4S e em iPads a partir da segunda geração. 

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Brasileiros 'Opinão' app da Apple para fazer migração do Android para iOS Apple lançou 'Move to iOS' na Google Play. 'Apple? Capaz! O lugar deste app é na loja do Windows Phone!', disse um.

Aplicativo 'Move to iOS', da Apple, para levar usuários do Android para iPhones e iPads. (Foto: Divulgação/Google)Aplicativo 'Move to iOS', da Apple, para levar
usuários do Android para iPhones e iPads.
(Foto:  Divulgação/Google)
Os donos de smartphones e tablets que rodam Android não gostaram nada de a Apple ter lançado na Google Play um aplicativo para que transfiram seus arquivos para seu sistema, o iOS.
Lançado nesta quarta-feira (16), junto do iOS 9, o “Move to iOS” é uma tentativa da Apple tornar mais fácil a vida de quem quer abandonar o sistema do Google e migrar para um iPhone ou iPad.
O app leva do Android para o iOS os contatos, histórico de mensagens, fotos e vídeos da câmera, preferências na web, contas de e-mail e calendários. Ao ser instalado, o “Move to iOS” cria uma rede privada de Wi-Fi que localiza o aparelho Android a ter os arquivos transferidos.
Antes de levar as informações de um dispositivo para outro, o usuário tem de inserir um código de segurança. O app vale para qualquer aparelho que rode a partir do Android 4.
Só que os donos de smartphone Android não gostaram do que chamaram de “intromissão” da Apple em seu reduto. Das quase 7,3 mil avaliações feitas na loja brasileira, 78% conferiam uma estrela ao app.
“Só se fosse burro é que mudava para a Apple! Ps: tenho dinheiro que chegue para comprar um iPhone”, escreveu um usuário em sua avaliação. “Muito bom para quem é nostálgico e gosta de sentir hoje aquela alegria por descobrir funcionalidades que o droid trazia em 2010”, disse outro.
Outros até ponderavam, mas ainda assim eram críticos. “O aplicativo é excelente. Mas Apple é Marca. Android é qualidade, e Apple é vaidade.”
Sobrou até para a Microsoft. “Apple??? Capaz!!!!! O lugar deste app é na loja do Windows Phone!”, brincou um.
Teve até gente que mirou o desenvolvedor do Android. “Será que o Google não tem vergonha em deixar esse app na Play Store?”
Há até ex-donos de iPhones e iPads entre os inconformados. “Já fui libertado há muito tempo, podem ficar em suas prisões sem muros.”
“Depois que eu mudei para Android meu celular dura bem mais que um ano!”, afirma outro, em referência aos lançamentos anuais de novos iPhones e atualizações de sistemas que tornam obsoletos aparelhos antigos.
Alguns poucos elogiaram. “Muito bom fácil de usar e simples como todo no IOS um aplicativo ótimo”, afirmou um dos visitantes da Google Play a compor o grupo de 18% que conferiram cinco estrelas ao app.
O tom geral, no entanto, era de descontentamento: “Só entra na Apple quem não entende de tecnologia e nem sabe usar um smartphone devidamente!”, disse um dos donos de Android.

Você sabe qual é o tamanho do Google?

O Google possui um tamanho? De acordo com Rachel Potvin, gerente de engenharia da companhia, sim. A empresa possui cerca de 2 bilhões de linhas de código.
 Como bem sabemos, o Google é umas das maiores empresas de tecnologia do globo. O que muita gente tem curiosidade em saber é o real tamanho da companhia. No entanto, de acordo com a Wired há uma resposta plausível para isso: cerca de 2 bilhões de linhas de códigos.
A gerente de engenharia do Google, Rachel Potvin, durante uma conferência de engenharia no Vale do Silício, disse que todos os serviços online do Google somam cerca de 2 bilhões de linhas de código. Tudo isso inclui serviços como o Google Maps, Plus, Pay, Photos, Gmail e Drive, porém, não conta com os sistemas operacionais Android e Chrome OS.

Se formos comparar com outras empresas, o Facebook possui 20 milhões e o Windows 50 milhões de linhas de código. Assim sendo, o Google concentra um número significativo maior de linhas que outras empresas.
O total do código é armazenado em um único repositório, que Potvin diz ser o “maior repositório de código do mundo”. Ele é gerenciado por um sistema denominado Piper.
O código é ainda distribuído por 10 datacenters da empresa e ocupa cerca de 85 terabytes. Além disso, há um sistema de bots que automaticamente gera arquivos de configuração necessários, o que facilita na modificação das 15 milhões de linhas de código semanais.
Porém, para quem pensa que tudo fica armazenado em um único local, está enganado. O código relacionado ao PageRank, por exemplo, que é um conjunto de algoritmos que define quais páginas aparecerão por primeiro nas pesquisas do Google, só pode ser acessado por um número restrito de profissionais. 

Cinco ideias e ícones para o botão "Não Gosto" do Facebook

A revista "Wired" pediu a especialistas para darem ideias e desenharem o novo botão da rede social. Veja as propostas.

Agora que o fundador da rede social Facebook revelou que a empresa está a trabalhar numa espécie de botão de "Não Gosto", ou pelo menos numa alternativa ao "Gosto", a revista de ciência e tecnologia Wired resolveu pedir a vários designers para darem ideias para o ícone dessa funcionalidade - pedida "há vários anos" pelos utilizadores, assumiu Mark Zuckerberg.
A maior parte resolveu criar símbolos de empatia, mais do que um "Não Gosto". Ou seja, assumindo que é uma funcionalidade que serve para expressar apoio numa altura em que dizer "Gosto" não é apropriado, como em notícias de mortes e catástrofes.
Cinco ideias e ícones para o botão "Não Gosto" do Facebook
Fotografia © Wired
Scott Thomas, que trabalhou na primeira campanha presidencial de Barack Obama, sugeriu uma orelha para simbolizar um "percebo-te". Min Lew, da Base Design, e outros sugeriram um aperto de mão em forma de coração, uma forma de apoiar a publicação sem dizer "Gosto". Outra designer propõe que se mantenha a mão, mas desta vez a apontar para cima, com o significado "é isso" e "concordo". E Milton Glaser, que desenho ou Icónico "I ? NY" em 1977, propõe um círculo meio cheio, mais neutro.
E, claro, há sempre a opção de inverter o símbolo do "Gosto", mas essa remete imediatamente para um "Não Gosto" que pode incendiar o debate e incentivar a partilha de sentimentos negativos e até de pressão sobre os pares que a rede sempre quis evitar. Os ícones propostos podem ser vistos neste artigo daWired.

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Novos Galaxy S6 chegam ao mercado custando até R$ 4.299

Samsumg lança o novo Galaxy S6 chegam ao mercado custando até R$ 4.299
A pré-venda dos novos Samsung Galaxy S6 e S6 Edge - modelo com bordas laterais curvadas - vai estar liberada, em lojas virtuais brasileiras, a partir da próxima quinta-feira. Já nas lojas convencionais, o lançamento dos smartphones acontece no próximo dia 25. Os aparelhos top de linha - feitos em vidro e metal -, no entanto, vão custar caro, com valores que podem chegar a até R$ 4.299. As informações foram anunciadas por representantes da companhia sul-coreana, na noite da última terça-feira, durante a festa de lançamento dos dispositvos, em um shopping de São Paulo.
O Galaxy S6 vai estar disponível por R$ 3.299, na versão de 32 GB. Já a versão Edge vai custar R$ 3,799 e R$ 4.299, para os modelos 32GB e 64GB, respectivamente.
Apesar dos preços salgados, para auxiliar na compra dos novos Galaxy, a Samsung vai firmar com uma série de lojas um programa de "trade in", no qual o cliente pode entregar seu aparelho usado em troca de desconto no valor dos novos smartphones. Além disso, segundo Antonio Quintas, diretor sênior de Mobilidade da Samsung no Brasil, parceiras com algumas bandeiras de crédito vão permitir aos interessados em ter um dos novos aparelhos comprá-los em um número de parcelas maior que o convencional no mercado nacional.
Para fomentar a venda dos dispositivos, os representantes da companhia anunciaram o programa "Samsung Galaxy S6 Live Music Rocks", que vai distribuir 35 mil ingressos para shows de Katy Perry, Queen e Adam Lambert, Sistem of a Down e Rod Stewart entre aqueles que comprarem os novos smartphones no dia do lançamento. Cada comprador ganhará um par de ingresso para uma das apresentações, que vão acontecer em São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Fortaleza e Porto Alegre.
A modelo Izabel Goulart foi escolhida pela Samsung para ser a embaixadora fashion dos novos produtos
A modelo Izabel Goulart foi escolhida pela Samsung para ser a embaixadora fashion dos novos produtos Foto: Fabrício Provenzano
Os aparelhos apresentam, basicamente, as mesmas configurações de hardware. Mas o modelo Edge se destaca pelo seu design, com a tela curvada nas duas laterais. Através delas, o usuário vai poder acessar rapidamente cinco contatos pré-escolhidos, além de receber notificações e outras informações independente da tela principal.
Os smartphones têm uma tela de 5.1 polegadas com resolução QHD SuperAmoled. São 2.560 pixels por 1.440, com resolução de 577 ppi, o que torna a imagem dos aparelhos a mais nítida do mercado até o momento. Além disso, a tela é protegida pelo resistente Gorila Glass 4, que evita danos, caso de pequenos acidentes do cotidiano.
O aparelho também traz um novo sensor de digital, que foi aprimorado para "liberar" o aparelho apenas com um toque. Os smartphones vão rodar o novo Android Lollipop. "A interface foi aprimorada e ficou mais fluida, simples e limpa, em termos de usabilidade", garante Ricardo Araújo, gerente de produtos da Samsung no Brasil.
Os aparelhos terão câmera traseira de 16MP, com estabilização ótica para fotos é capaz de gravar vídeos em 4K (alta resolução) e em câmera lenta; e uma frontal de 5MP, que foi melhorada para tornar a experiência das selfies mais fácil para os usuários.
A novidade é que os S6 e seu irmão Edge são "unibody". Ou seja, a bateria não é removível, como o usado pela empresa nos últimos modelos da linha. Porém, Quintas garante que a mudança não vai ser prejudicial para o usuário. "A gente traz com o aparelho um carregador que consegue com dez minutos de carga quatro horas de uso e o carregador sem fio já embutido no produto", explica ele.
Novo modelo contará com carregador sem fio
Novo modelo contará com carregador sem fio Foto: Fabrício Provenzano
O processador dos smartphones é um Exynos 7420, que conta com oito núcleos, além de ter 3G de memória RAM. Os novos Galaxy trazem ainda conexão 4G, Wi-Fi, Bluetooth e o nov serviço Samsung Pay, para a execução de pagamentos sem a necessidade da apresentação de cartão de crédito.
Com as configurações "pesadas", o execução de jogos nos aparelhos promete impressionar. Araújo explica: "Esse é o melhor dispositivo móvel para games do mundo".
Os aparelhos chegam nas cores preto, branco e dourado. Mas o S6 Edge terá uma cor verde esmeralda exclusivamente.
Os representantes da Samsung estão otimistas no sucesso dos aparelhos no mercado nacional. Para eles, os smartphones serão "os queridinhos dos brasileiros", que traz como lema "a inovação começa agora".
* O repórter viajou a convite da Samsung.